quinta-feira, 30 de julho de 2009

Algumas reminiscências...

Caramba! Desde que eu me entendo por gente que eu costumo escutar música. Esse hábito vem desde os primórdios da minha existência. Essa lembrança vem dos tempos em que eu era uma criança ainda, de três anos, acredito, quando meus pais escutavam som em casa e eu já gostava daquela atmosfera musical que rolava. Hoje eu não consigo fazer nada sem estar conectado a um bom som. Eu lembro que em 1999, eu estava servindo ao exército e por esta razão eu precisava acordar todos os dias às 04:30 para me arrumar para ir para o Tiro de Guerra cumprir com as minhas obrigações militares, que, inclusive, tiveram uma importância imensurável para a minha formação enquanto pessoa e cidadão. Eu sempre tive uma educação familiar muito sólida, tanto é que não tive nenhum problema de adaptação lá no exército. Conviver durante seis meses naquele ambiente militar, cheio de regras rígidas, fez a mim um bem enorme, pois pude por em prática tudo o que meus pais me orientaram sobre a vida e o mundo, sobre como respeitar as pessoas, desde as mais simples até os meus superiores hierárquicos, independente da instituição em que eu estivesse. O contato com esse universo me fez ver as forças armadas sob um novo olhar e foi decisivo para a escolha da minha profissão. Naquela época, quando eu me levantava bem cedinho, antes do sol raiar, para me aprontar para ir pro quartel eu, invariavelmente, ligava o aparelho de som e ouvia a 102 FM Sul, que, aliás, das rádios regionais é a única que ainda toca música boa, e eu, como ligava o rádio sempre no mesmo horário, ouvia todas as madrugadas as mesmas músicas, mas eram músicas tão boas que apesar de eu já saber qual música iria ser tocada, eu nunca enjoava delas e até hoje eu ainda as ouço. Muitas delas me marcaram e quando as ouço é como se eu estivesse revivendo aquele momento da minha vida. É um recurso que utilizo para que o tempo, pra mim, não passe. Eu ouço sempre os mesmos discos e repenso as mesmas idéias, não que isso faça de mim um ser alienado ou uma pessoa presa ao passado e às suas próprias reminiscências. Não, não é isso. Mas sim, poder revisitar o meu passado em busca das minhas origens e dos meus princípios. Meu amigo Thiago costuma dizer: Nossa! Você ainda escuta aquele som? Pois é, escuto sim, “aquele som” é uma ponte que me leva até uns dias remotos onde permaneço lá por alguns instantes e que em seguida, traz-me de volta ao presente, onde eu gosto de estar. E é bom ser assim. Quando ouço a música Wishes, do Human Nature, que eu costumava ouvir nas madrugadas de 1999, por exemplo, é como se eu ainda estivesse me aprontando para ir para o Tiro de Guerra. Sinto todas as sensações que sentia quando era mais jovem, com 18 anos, cheio de curiosidade em relação à vida, cheio de dúvidas e incertezas como todo mundo. Era tão bom ter aquela idade... É claro que só utilizo esse recurso para as boas lembranças, as ruins eu deleto tão logo seja possível. O mundo é muito simples, bobagens não me afligem... Bom, já que hoje abri a sessão nostalgia, eu postei logo abaixo o clipe da canção Wishes, que foi a que mais marcou aquele momento da minha vida. Espero que vocês assistam e gostem, falou? Um forte abraço! Ah! E não se esqueçam de comentar!

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Wishes - Human Nature

Sometimes I wish that I could turn back time
I check myself 'cause I was way out of line
I only hope that we can start all over again
I must admit that I was more than wrong
I used your heart like a stepping stone
Please forgive a fool who doesn't know what to do
What do I do
And I wish that I cuold have just one more chance
And I wish that I could be your pillar of strength
And I pray that you will see that what I'm sayin' is true
'Cause I, I wish for you
In my mind I can see your face
You're on the breath of every word I say
If there's anyone to place the blame on- it's me
Baby can't you see?
And I wish that I cuold have just one more chance
And I wish that I could be your pillar of strength
And I pray that you will see that what I'm sayin' is true
'Cause I, I wish for you
I wish for you, I wish for you (for you) Oh baby I wish
I really miss you baby, I think about you baby (all night long)
I really need you baby I wanna hold you baby
Stay (won't you stay) with me Just stay with me
And I wish that I cuold have just one more chance
And I wish that I could be your pillar of strength
And I pray that you will see that what I'm sayin' is true
'Cause I, I wish for you
I wish for yo, I wish for you (for you) Oh baby I wish For you.


sábado, 25 de julho de 2009

The Carpenters



Putz! Eu estava querendo, já há algum tempo, postar sobre os irmãos Richard e Karen Carpenters. Essa dupla musical estourou nos anos 70 e com seu estilo melódico levou à parada de sucessos muitas canções no Top 40 da música americana, tornando-se representante do Soft Rock e se incluindo entre os artistas mais representativos da década. Entrementes, no meio da década de 70, o excesso de turnês e as longas sessões de gravação começaram a cobrar caro da dupla o esforço e contribuíram para as dificuldades profissionais enfrentadas no final dessa década. Karen fazia dietas obsessivamente e desenvolveu anorexia nervosa, a qual se manifestou pela primeira vez em 1975, quando uma exausta e enfraquecida Karen foi forçada a cancelar apresentações no Reino Unido e no Japão. Richard, enquanto isso, desenvolveu dependência de soníferos, o que começou a afetar seu desempenho no final dos anos 70 e levaram ao fim das apresentações ao vivo da dupla em 1978 e à sua internação em uma clínica. No início de 1979, Karen, não desejando permanecer parada enquanto seu irmão se recuperava na clínica, decidiu gravar e lançar um álbum solo. Seu disco (Karen Carpenter) tinha um estilo mais adulto e disco, em um esforço para mudar sua imagem. O resultado do projeto teve uma recepção morna de Richard e os executivos da A&M Records e no início de 1980 Karen primeiramente hesitou, abandonando por fim seu disco solo, que seria lançado apenas em 1996, 16 anos depois, 13 após sua morte. Karen preferiu lançar outro disco com Richard (já recuperado da dependência de soníferos), que se transformou no álbum Made in America, lançado em 1981. Os problemas pessoais, entretanto, diminuíram as possibilidades de um retorno às paradas e Karen teve um casamento que não deu certo com Thomas Burris. A separação ocorreu um ano depois. Em 1982, Karen foi a Nova York procurar tratamento com o psicoterapeuta Steven Levenkrom para suas desordens alimentares decorrentes da anorexia nervosa, voltando naquele mesmo ano disposta a refazer sua carreira. Ela rapidamente ganhou 5 quilos em uma semana, o que aumentou os danos a seu coração, resultado de anos de dieta e abusos (especialmente - conforme se diz - com o uso do Xarope de Ipecac, um forte emético - para induzir vômito). Em 04 de fevereiro de 1983, Karen sofreu uma parada cardíaca na casa de seus pais em Downey e teve sua morte declarada no Hospital Memorial de Downey, aos 32 anos. Karen, vestida de rosa, foi posta em um caixão aberto. Hoje, Richard Carpenter vive com sua esposa, Mary Rudolf-Carpenter e suas quatro filhas, na Califórnia e o casal se tornou grande fomentador da produção artística na cidade em que residem. Richard é também colecionador de carros antigos que são ganhadores de concursos. É muito triste saber que a dupla The Carpenters terminou dessa forma, mas, enfim... A sua obra e o seu talento ficaram registrados em 11 discos, e vira e mexe alguém regrava os super hits da dupla. Eu comprei, no início deste ano, a coletânea The Best of Carpenters, lançada em 2008, e ouvindo este CD eu posso curtir a VIBE deles. Eu gosto de todas as 14 canções deste disco, mas a minha favorita é a terceira: Rainy Days and Mondays. Inclusive, eu postei, ai embaixo, um vídeo onde a própria Karen aparece cantando, dá uma conferida que é emocionante demais. Quanto à coletânea, eu recomendo. Vale muito à pena dar uma escutada. Abraços!


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Rainy Days And Mondays - The Carpenters


Talking to myself and feeling old
Sometimes I'd like to quit
Nothing ever seems to fit
Hangin' around, nothing to do but frown
Rainy days and Mondays always get me down
What I've got they used to call the blues
Nothing is really wrong
Feeling like I don't belong
Walking around some kind of lonely clown
Rainy days and Mondays always get me down
Funny but it seems I always wind up here with you
It's nice to know somebody loves me
Funny but it seems that it's the only thing to do
To run and find the one who loves me
What I feel is come and gone before
No need to talk it out
We know what it's all about
Hanging around, nothing to do but frown
Rainy days and Mondays always get me down
Funny but it seems that it's the only thing to do
Run and find the one who loves me
Hangin around, nothing do to but frown
Rainy days and Mondays always get me down.

Quem lê, "viaja"



Eu comecei a me interessar pela leitura de romances ainda na adolescência, quando a Maria, uma vizinha mineira, dona de uma pizzaria do meu bairro, me indicou livros incriveis como Amante Indócil; O Todo Poderoso; A Perseguição; Se Houver Amanhã; Gabriela, Cravo e Canela e Degelo de Primavera. Ainda posso me lembrar de quantos lugares e países visitei e de quantas personagens conheci sem ao menos sair de casa, apenas deglutindo histórias e mais histórias escritas antes mesmo de eu nascer. A leitura me transportava para lugares nunca antes por mim imaginados. Era realmente fantástico! E até hoje guardo na memória o gosto doce de terminar a leitura de um livro e ao mesmo tempo o gosto amargo de ter que, forçosamente, me despedir daqueles lugares e daquelas personagens que marcaram a minha vida. Era um misto de alegria e tristeza, felicidade e agonia. Eu iniciava a leitura de maneira desenfreada, ansioso por saber o que o capítulo seguinte me descortinaria. Porém, quando o romance chegava do meio para o final eu já ia dando pausas na leitura ou ia sorvendo cuidadosamente cada linha, para que o livro demorasse a acabar. Meu Deus, eu nunca me esquecerei da desvairada Mary Shamernays, da prococe Josefine, do inteligentíssimo Hercule Poirot, ou da sagaz Trace Whitney, pois pra mim, deixaram de ser meras personagens e passaram meio que a existir. Tornaram-se, em minha memória, pessoas que eu conheci há algum tempo atrás, mas que perdi o contato. Parece louco, não é, mas fazer o que? Bem, foi num desses empréstimos de livro da Maria, que eu tive contato com o livro Punição para a Inocência, escrito pela Agatha Christie. Foi o primeiro romance policial que eu li na minha vida e depois dele fiquei apaixonado por esse tipo de literatura. Mais tarde, quando comecei a colecionar a vasta obra da Agatha, que, diga-se de passagem, foram mais de 80 títulos publicados, fiquei sabendo que ela era conhecida mundialmente como a Rainha do Crime. É uma pena que eu não tenha conseguido comprar todos, mas tenho pelo menos uns 75 livros dela, não sei bem ao certo. Seus livros são os mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare. Ela nasceu em 15 de Setembro de 1890 e morreu em 12 de janeiro de 1976, aos 85 anos de idade, de causas naturais, deixando inconsoláveis milhões de leitores fiéis, e uma fortuna calculada em 20 milhões de dólares.


Agatha Christie - A Rainha do Crime!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Para todos os meus amigos!

Hoje é o dia internacional da amizade e eu gostaria de deixar registrado aqui a minha satisfação em ter poucos, mas grandes amigos. Pra mim vale mais a intensidade que a quantidade. Sei que não sou muito de ficar grudado aos amigos ou ligando sempre, mas isso não significa que eu não preze por nossa amizade, pois guardo todos eles aqui na memória e dentro do peito. Vou aproveitar essa data tão especial para dizer o quanto considero nossos momentos e dizer também que espero que a história que construimos seja duradoura e continue a ser alicerçada em sinceridade e transparência. Forte abraço.

Casa No Campo - Elis Regina

Composição: Zé Rodrix e Tavito

Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes no meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão a pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos, meus discos e livros
E nada mais

sábado, 18 de julho de 2009

Homenagem ao Rei!

Galera, o Grande Rei Roberto Carlos está completando 50 anos de carreira. E eu, enquanto amante da boa música, não podia deixar um momento como esse, tão importante para a Música Popular Brasileira, passar sem ao menos postar uma singela homenagem a esse cara que com sua alma iluminada há tanto tempo vem alimentando tantos corações apaixonados. São muitas as canções compostas e cantadas por ele que marcaram a minha vida e serviram de inspiração pra mim nas décadas de 80 e 90, projetando-se até o presente. Essa postagem é uma maneira de prestar homenagens também, aos meus pais que me indicaram livros e discos inesquecíveis. Ao Alex e à Ninha, meus irmãos, com quem eu costumava dividir a aura e a VIBE positiva que rolavam em minha casa quando meu pai colocava os vinis do Roberto na vitrola. E por fim, à Jeanne, minha eterna namorada e "amada amante", que está sempre comigo, com quem eu divido esse meu jeito louco de ser e de amar. Não foi fácil ter que escolher apenas uma dentre centenas de belas canções, mas enfim decidi por essa. Espero que gostem. Beijos!
Na Paz do Seu Sorriso

Na paz do seu sorriso
Meus sonhos realizo e te beijo feliz
E na ânsia mais louca no céu da sua boca
No alto as estrelas me dizem, meu bem
Que a vida é isso, que eu vivo por isso
Que você me dá, me dá
Na paz do seu sorriso, meus sonhos realizo e te beijo feliz
E a beleza é nada se for comparada
Com tudo que eu vejo em você, meu bem
O amor é perfeito, me amarro no jeito
Que você me dá, me dá
Tudo isso que você meu bem me dá
Tudo isso que você meu bem me dá
E nós dois num abraço rolamos no espaço
Me perco no amor com você, meu bem
E perco o juízo, pois o paraíso é o que você me dá, me dá
Tudo isso que você meu bem me dá
Tudo isso que você meu bem me dá
Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos

quinta-feira, 16 de julho de 2009

My Sweet Love!


Essa garota é a minha garota! Aquela por quem vivo e sem a qual não saberia o que é o amor. Estamos juntos há exatamente dez anos e meio e a cada amanhecer o nosso amor se renova. Foi ela quem me incentivou a ser quem sou e se sou quem sou e tenho o que tenho hoje foi por que ela acreditou e confiou em mim mas do que eu em mim mesmo. Você me lembra um futuro que eu nem pensava em ter... Peço licença ao Rogério Flausino pra te dedicar essa música do seu mais novo CD La Plata. Te amo meu bem, essa canção é pra você!

Seis e Trinta - Jota Quest

Pareço contigo, normal e do avesso
Vamos seguir o caminho seguro
Pra continuarmos assim no futuro
Pareço contigo, sem mais nem porquê
Vamos seguir nossas pistas com toda a incerteza
Pra continuarmos felizes à mesa
Eu dou um valor absurdo na vida
Ela me traz bem mais que alegria
Traz alguém pro meu sozinho, Você às seis e trinta
Pareço contigo de olhos fechados
Vamos seguir no escuro sonhando acordados
Pra nunca deixar nossa luz se apagar
A gente se parece tanto, a gente está só começando
A gente vai se conhecendo e vê que ainda não sabe nada
A gente só quer ser feliz num mundo mais equilibrado
A gente esquece que o amor é tudo e não nos cobra nada
Eu dou um valor absurdo na vida
Ela me traz bem mais que alegria
Traz alguém pro meu sozinho, você às seis e trinta

"Meu amor, entre bilhões de humanos e siderais enganos eu quero é te abraçar..."

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Fixação





Ben Cronin (Jesse Bradford) tem uma vida que pode ser considerada o sonho de qualquer jovem americano: é popular no colégio, astro dos esportes e namora uma linda garota. Mas para manter tudo isso Ben precisa treinar exaustivamente todos os dias, trabalhar no hospital local e ainda conseguir tempo para Amy (Shiri Appleby), sua namorada. A vida de Ben começa a sair dos trilhos quando surge em sua vida Madison Belle (Erika Christensen), que logo se interessa por ele. Inicialmente eles apenas têm encontros casuais, mas aos poucos o comportamento obsessivo de Madison passa a exigir cada vez mais de Ben, complicando ainda mais sua vida. Eu me senti na pele do Ben, pois, infelizmente já fui vítima de uma fixação. Comprei o DVD desse filme e já o assisti um monte de vezes e a cada vez que eu o reassisto é como se fosse a primeira vez. Quando menos percebo já chegou ao final, de tão bom que é. Catarse à parte, vale muito a pena assisti-lo. Vai ai a minha sugestão de filme pro final de semana.

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Trailer original do filme

Com All Star em qualquer lugar...

Usar All Star é o mesmo que usar a alma pelo lado de fora. Além dele ser o tênis mais bem sucedido da história, pois até o fim do século XX, foram vendidos mais de 750 milhões de pares no mundo inteiro, ele é o tênis que vira e mexe faz a cabeça, ou melhor, os pés de várias tribos all around the world. Eu costumo usar Converse há muitos anos, pois ele é prático e combina com tudo. Quando All Star virou "moda" fiquei com um pouco de receio em usar, até guardei ele no armário por um tempo, mas logo percebi que se você souber usá-lo direito, com um toque todo seu, você acaba se destacando, mesmo ele sendo tão manjado. Por isso uso e abuso do meu All Star. Faça o mesmo.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Música Boa!


Eu ouço a Zélia Duncan desde 1994, como o tempo passa... Parece que foi ontem que ela surgiu no cenário musical cantando Catedral na trilha sonora da novela A próxima vítima, da Rede Globo. Na época eu fiquei fissurado pela música, mas dai quando eu comecei a acompanhar a sua carreira e a colecionar os seus discos descobri que a Zélia é muito mais que apenas Catedral, tanto que hoje em dia eu nem escuto essa canção. Bem, são quase três horas da madruga e eu tava com a canção Me revelar, da Zélia, na cabeça. Essa sim é uma das canções que "revelam" em alta definição a alma dessa super compositora brasileira. Eu recrutei essa canção do fundo do baú, huáhuáhuáhuá!!!! Vale a pena ouvi-la e o clipe é muito bom também. Mais abaixo eu postei um link para que vcs possam assisti-lo no youtube. Beijin a todos. Abraço!


Me Revelar - Zélia Duncan

Tudo aqui quer me revelar!
Minha letra, minha roupa, meu paladar

O que eu não digo, o que eu afirmo
Onde eu gosto de ficar

Quando amanheço, quando me esqueço
Quando morro de medo do mar...
Tudo aqui quer me revelar
Unhas roídas, ausências, visitas
Cores na sala de estar...

O que eu procuro, o que eu rejeito
O que eu nunca vou recusar
Tudo em mim quer me revelar...


Tudo em mim quer me revelar
Meu grito, meu beijo, meu jeito de desejar

O que me preocupa o que me ajuda
O que eu escolho prá amar

Quando amanheço, quando me esqueço
Quando morro de medo do mar Ah! Ah!...

Tudo aqui quer me revelar
Unhas roídas, ausências, visitas
Cores na sala de estar...

O que eu procuro o que eu rejeito
O que eu nunca vou recusar
Tudo em mim quer me revelarAh! Ah! Ah! Ah!
Tudo em mim!






Para assistir ao clipe da canção ir para: http://www.youtube.com/watch?v=_tjalOQJgP8

sábado, 11 de julho de 2009

Good VIBE for you!



Olá Galera! Sejam muito bem vindos ao meu Blog. Aqui alegria é ordem. Em breve postarei muita música e poesia para animar a alma e os ouvidos moucos! Vcs não perdem por esperar. Abraço!